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Porque a Fiesp não assinou a "Carta aberta ao Brasil sobre mudanças climáticas"?

Enquanto no imponente prédio da  Fiesp na Paulista,  acontecia a abertura da Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Sócio Ambiental, o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, estava no seminário Brasil e as Mudanças Climáticas que contava também com a presença do  ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Resende, e o diretor-presidente da Vale, Roger Agnelli.
O objetivo do semniário era debater propostas para o enfrentamento do aquecimento global, em preparação à Convenção de Copenhague (Dinamarca), que acontecerá em dezembro deste ano, que vai definir um acordo pós-Quioto.
O destaque do evento é a apresentação de  carta aberta, em que diversas empresas assumem compromisso com a redução de emissões de gases de efeito estufa, e incluem como orientação estratégica nos investimentos a escolha de opções sustentáveis, além de atuar na redução de emissões dos fornecedores e clientes.
“Estamos em uma transição de uma economia de mercado para uma economia verde. Quem não se adequar a essa mudança, vai ficar pra trás”, afirmou o diretor presidente da Vale, Roger Agnelli. Segundo ele, os compromissos assinados pelas empresas fazem parte de uma decisão estratégica, já que, com as mudanças nos parâmetros de emissão de gases-estufa, muitas empresas não preparadas serão expulsas do mercado. “Isso vai fazer com que nasçam oportunidades para as preparadas”, enfatizou.

Estranhamente a Fiesp-Federação das Indústrias de São Paulo, ficou de fora da iniciativa porque a carta é forte, e exige das empresas compromissos. Será que o evento da Fiesp sobre sustentabilidade foi marcado para o mesmo dia para tirar o foco de sua não participação nesta iniciativa?

Assinaram a carta: Aflopar, Andrade Gutierrez, Aracruz, Camargo Corrêa, CBMM, Coamo Agroindustrial Cooperativa, CPFL, Estre Ambiental, Grupo Pão de Açúcar, Light, Natura, Odebrecht, OAS, Polimix, Suzano Papel e Celulose, Vale, Votorantim e VCP – enquanto o Instituto Ethos, o Fórum Amazônia Sustentável, o Wal-Brasil Brasil e o Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais anunciaram o apoio à iniciativa, costurada pela Vale

Veja o texto : Carta aberta ao Brasil sobre mudanças climáticas

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