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Campus Party é muito mais do que uma reunião de nerds #socialgood

Esta semana acontece em São Paulo a 6º edição da Campus Party Brasil, que por engano da grande mídia, muitas vezes acaba sendo reduzido a um encontro de fissurados em games e super computadores, mas ela é muito mais do que isso:

A Campus Party é o maior acontecimento mento tecnológico do mundo! Criada há 16 anos na Espanha, ela atrai anualmente geeks, nerds, empreendedores, gamers, cientistas e muitos outros criativos que reúnem-se para acompanhar centenas de atividades sobre Inovação, Ciência, Cultura e Entretenimento Digital.

Ao longo de cinco dias, palestras, debates e oficinas fazem da Campus Party uma experiência única porque, neste período, ela se transforma no principal ponto de encontro das mais importantes comunidades digitais do país. São momentos em que é possível interagir, compartilhar conhecimento, produzir novidades e, através de seus palcos, acompanhar e analisar as principais tendências de um universo onde inovar é a palavra mágica.

Da minha experiência de quem participa desde a primeira edição, a Campus Party não é um encontro de tecnologia, mas um encontro de PESSOAS que utilizam a tecnologia das mais variadas formas, seja como entretenimento, meio de informação, de geração de negócios  e inclusive como ferramenta na busca de uma sociedade melhor. Eu já participei de diversas iniciativas neste sentido, muitas vezes organizadas de forma espontânea, pelos participantes do evento. Em 2010, participei de um bate-papo sobre tecnologia e educação, em 2011 contei em um post sobre reflexões acontecidas na Campus sobre o papel das mídias sociais na formação de uma nova democracia. Na edição de 2013 não poderia ser diferente, um dos painéis que estou mais animada será sobre #socialgood: “A Tecnologia promovendo o bem social“.

Com Amanda Fazano, coordenadora de marketing e captação de recursos online do Greenpeace Brasil, Lucas Pretti, coordenador de campanhas da Change.org, Isadora Faber, criadora da página Diário de Classe no Facebook, Patrícia Santin, gerente de infância e adolescência da Fundação Telefônica Vivo, e com mediação da queridíssima Fernanda Bornhausen Sá, uma das nossas idealizadoras do movimento Social Good Brasil, o qual apoio e acredito tanto.

Também irei acompanhar (e recomendo) o painel “Comunidades Conectadas”, que acontecerá no Cubo de Conteúdo, um espaço bem bacana que funciona na parte free do evento:

A tecnologia e a internet causaram uma mudança radical nos centros de poder político e social no mundo todo. Agora, conectados, cada um no seu computador, celular ou sofá, estamos focados nos interesses que mais nos emocionam e mudando nossos pequenos mundinhos. Ao fazê-lo, temos a chance de mudar o mundo. Nesse debate, pessoas que estão se mobilizando e participam ou estudam esses movimentos debatem o poder da internet na tranformação do mundo.

Com Isadora Faber, esta menina está de destacando como mobilizadora social nas redes, Dinho França (fundador da Dharma, uma agência que mobiliza jovens moradores das favelas do Rio em torno de projetos de criatividade), Carol Romano (sócia-fundadora do AsBoasNovas, um site de boas notícias), Rodrigo Masuda (curador digital da redeitsNOON), Alexandre Matias (Diretor de redação da revista Galileu e dono do site Trabalho Sujo) e Patricia Santin (Gerente de Infância e Adolescência Fundação Telefonica | Vivo).

A Campus Party começou hoje, mas os debates acontecem a partir de amanhã (29/01) e seguem até o dia 02/02. Quer saber tudo que acontece por lá? Você pode acompanhar a maior parte das palestras ao vivo, pelo Campus Channel, a cobertura colaborativa no Twitter com a hashtag #cpbr6. Claro que nas minhas redes sociais também estarei contando tudo, aqui na lateral do blog tem todas =>

Mas o que acho mais legal é a iniciativa que acompanho e colaboro há 3 anos que é o Batismo Digital, que leva jovens carentes de projetos e escolas para participar de parte do evento, assistindo a palestras e visitando a Expo. Este ano iremos levar 200 jovens de Guarulhos, e fico muito feliz em fazer parte desta ação.

Nota: Descobri no blog da Campus Party, outras ações legais:

 

 

 

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7 comentários sobre “Campus Party é muito mais do que uma reunião de nerds #socialgood

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