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Apenas 25% dos brasileiros são plenamente alfabetizados – Série Educação #JN

Educação é o que dá a base para um crescimento sólido. A construção de um país com oportunidades para todo mundo depende do alicerce firme do conhecimento. E esse é um dos grandes nós do Brasil (Alan Severiano  – #JN).

O Brasil é a 7º maior economia do planeta, mas no quesito educação, está em 53º lugar segundo relatório do PISA/OCDE. No País,  98% das crianças com idade entre 7 e 14 anos  estão matriculados na escola, houve avanços no acesso a educação, muito por conta dos programas sociais de transferência de renda, que exigem que a criança esteja com a frequência escolar em dia. Mas não basta as crianças estarem na escola, é preciso garantir que elas tenham acesso a um ensino de qualidade, e este é um desafio não só para os Governantes, mas para toda a sociedade.

Há alguns dias estive com a @Samegui, @AnaMariaCoelho e @AngelaErnesto no lançamento do projeto “Caminhos para melhorar o aprendizado” um site voltado para gestores  da Educação, que compila o resultados de 165 estudos nacionais e internacionais sobre o impacto de politicas de Educação no apredizado dos alunos, a Samantha postou sobre o projeto no @Avidaquer, acabado a série do Jornal Nacional, farei também um post linkando com o conteúdo do projeto.

Iniciativas como a desta pesquisa que conta com o apoio do Instituto Ayrton Senna e o movimento Todos Pela Educação, mostram algumas alternativas para mudar este triste cenário em que somente um em cada quatro brasileiros de 15 a 64 anos pode ser considerado plenamente alfabetizado, veja a reportagem do Alan Severiano para o Jornal Nacional na integra.

Saiba mais: Entenda os diferentes níveis de alfabetização:

ANALFABETISMO – Corresponde à condição dos que não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases – ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares (números de telefone, preços etc.);

ALFABETISMO RUDIMENTAR – Corresponde à capacidade de localizar uma informação explícita em textos curtos e familiares (como um anúncio ou pequena carta), ler e escrever números usuais e realizar operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias ou fazer medidas de comprimento usando a fita métrica;

ALFABETISMO BÁSICO – As pessoas classificadas neste nível podem ser consideradas funcionalmente alfabetizadas, pois já leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo que seja necessário realizar pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade. Mostram, no entanto, limitações quando as operações requeridas envolvem maior número de elementos, etapas ou relações;

ALFABETISMO PLENO (só 25% dos brasileiros!) – Classificadas neste nível estão as pessoas cujas habilidades não mais impõem restrições para compreender e interpretar textos em situações usuais: leem textos mais longos, analisando e relacionando suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Quanto à matemática, resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas de dupla entrada, mapas e gráficos.

Fonte: INAF 2009/Instituto Paulo Montenegro (população de 15 a 64 anos)

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